PROJETO CIDADANIA NAS SUBCULTURAS ALTERNATIVAS




PROJETO CIDADANIA NAS SUBCULTURAS ALTERNATIVAS


É preciso repensar os conceitos de “underground” e “alternativo” no século 21.


Há muito tempo oportunistas usam o conceito de “underground” com o significado de um espaço “sem lei”, o que hoje só serve hoje para reproduzir impunemente comportamentos reacionários e arcaicos da sociedade ou ter vantagens comerciais.


Não aceite esse conceito: isso não tem nada a ver ser alternativo ou com subculturas alternativas. O que garante um espaço presencial ou online como alternativo são suas características culturais/subculturais.


Se algum ambiente ou relação não respeitar os direitos básicos da cidadania não tem como ser considerado “alternativo”, pois está até abaixo até do normal, sendo assim, retrógrado. Ora, não tem nenhuma lógica chamar o que é “retrógrado ou reacionário” de alternativo ou subcultural. Apenas curtir um estilo musical minoritário ou usar um visual fora do padrão não torna alguém alternativo. Isso tem significado apenas em conjunto com uma visão e mundo alternativa/subcultural.

No “rolê” ou online, na balada ou nas redes sociais, em qualquer ambiente subcultural, no trabalho ou na escola, você continua sendo cidadão como em qualquer outro lugar, então seus direitos como cidadão continuam valendo: o alternativo tem que exigir MAIS e além do que o normal já estabelece, senão não pode ser considerado libertário ou progressista.